por Tati Moraes
É um conto, faltou a fada. Sabe quando conselhos insistentes dizem que nada cai do céu e que a felicidade não vem bater à sua porta? Pois bem, ele veio, chamou pelo interfone. Ah, o destino...
Tinha altura de príncipe - logo reparei - e nome de anjo. Carinhoso, daqueles que só pára de beijá-la para dizer como é lindo seu o seu olhar. Desses que te cuida, adepto das mensagem de bom dia. Sorri para tudo que você faz. Café da manhã juntos no dia dos namorados.
Você não sabe exatamente porque ele entrou na sua vida, mas te fez forte, segura e sincera. Quem sabe corajosa de uma vez por todas. Você se joga, livre, serena e feliz.
E ele, some. Puf! Deve ter tido que voltar às pressas para a nuvem de onde caiu. E lá celular não pega. Deve ser por isso o “número inexistente”. Aposto, não fosse isso, ele ligava. Tão igual aos outros. E você chegou a pensar que esse, ah, finalmente, é diferente... Tolinha.
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terça-feira, 12 de julho de 2011
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Motivo é o que não falta
Eu estava mesmo querendo um incentivo para escrever, já fazia tempo que não exercitava esse meu lado literário. Então, ao assunto recorrente deste blog, lá vamos nós...
Li uma matéria recente sobre esse nosso assunto sempre pendente, relacionamentos. Pesquisas mostram que aumentou o número de bibliografias sobre este tema, e também mudou a forma como as pessoas encaram este tipo de leitura. Ah, as estáticas, como sempre! Aos fim da reportagem a conclusão é de que o gênero comportamento/auto-ajuda/humor agora tem outra “pegada”, ao que me pareceu, a mesma do "Conversa". Adianta chorar? Temos é que rir!
Então vamos à moral da estória (por sempre tem a moral da estória, não é meninas?). As mulheres mudaram sim e, não sei bem se por consequencia, os homens também mudaram. Alguém pode provar isso cientificamente, eu não posso. A máxima é que não muda, aquela de que todo mundo quer uma boa companhia. Compartilhar conquistas e angústias. No "fim" das contas, entenda como querer casar e ter filhos! E isso vai mudar algum dia, gente? Eu acho que não, espero que não.
O que parece diferente é a ótica sobre estas questões homem/mulher. As meninas não crescem mais procurando pelo tal de príncipe, um par perfeito ou o homem ideal, já foi tempo! Ou sou só eu que não tenho mais paciência para as bobeiras típicas dos meninos, e quero é ser feliz em companhia de um cara legal, que se faça valer à pena?
Me senti parte daquela pesquisa da revista. A “guerra dos sexos” mudou e o gênero literário que repercuti ela não podia continuar do mesmo jeito. Eu entro nessa parte, como se tivesse sido pesquisada. Li os “faça isso, não faça assim” publicados no final dos anos 90 início dos anos 2000. Continuo lendo coisas do tipo, só que agora me sinto, além disso, uma singela colaboradora - eu e minhas amigas protagonizando essas “doideiras” descritas aqui!- Querendo compartilhar experiências, sem ditar regrinhas de como fazer um relacionamento dar certo.
Não existem regras, todo mundo já pegou essa parte da "matéria"? Que bom! No máximo o que dá para fazer é ir percebendo para qual direção uma relação está apontando. Se para o norte, onde fica “pode beijar a noiva” ou para o sul, região do “fundo do buraco”, onde já estivemos pelo menos uma vez antes.
Amadurecer. Admitir. Perceber que o que mudou foi por dentro de nós, mesmo trazendo uma tristezinha, vez ou outra. E que as mulheres masi velhas são mesmo mais chatas! São mais exigentes e menos disponíveis, sacou? Estabelecemos outras prioridades, foi isso. Mas amor, continua sendo amor, pode ficar tranquilo. Não muda "o nome" só porque doeu, isso a gente também já sabe.
Voltando à matéria, uma antropóloga comenta para a revista dados sobre o aumento do número de casamento. Faz um comparativo com o crescente mercado literário que consumimos, e conclui: Não é que as mulheres não querem mais reeditar a história do casamento e filhos para criar, elas apenas estão levando mais tempo para realizar este “sonho” – A realização dos outros está demandando muito da nossa energia, admito. – e termina dizendo que com isso os homens estão desfrutando de companhias mais interessantes. Um gênio essa moça! A idéia é essa.
Para quem gosta, tem uma vasta lista de títulos novos sobre nosso assuntinho predileto. E como um bom título sempre me seduz, lá vão:
“A culpa é delas” (os três autores são homens),
“Ou casa ou vaza” (da mesma autora de “As 10 mulheres que você vai ser antes dos 35”, eu já li e gostei),
“Mulher perdigueira” e “Canalha!” (ambos de Fabrício Carpinejar, ganhador de um prêmio nacional de literatura em 2009. Já vi entrevista dele, o cara é muito bem humorado),
“Homem é tudo palhaço” (as autoras são três jornalistas que relatam desventuras próprias. Que idéia “estranha”! Elas devem ser uns ETs! - risos)
Ah, claro, sempre ela, Martha Medeiros. Vale a leitura da crônica “Doidas e Santas”.
terça-feira, 30 de março de 2010
Madurando
Por Tatiana Moraes
Assim mesmo, igual fruta! Por que depois de tanto quebrar a cabeça, me disseram que é natural. Vai entender!
Foi de repente que eu percebi, mas não foi assim que eu decidi: mudei. É que quando fui procurar por mim... Cadê eu?Rodava de um lado, catava do outro e nada de me encontrar. Me achei, e eu já era bem outra.
Quase ninguém "serve" mais para esta que ficou em meu lugar. Sem paciência virou sobrenome da pessoa aqui. Não tenho certeza se estou ficando velha ou chata.
Foi quando dei conta de que aquela que eu andava atrás, já não existia mais e não era de hoje. Como quando deixei de ser adolescente, eu não quis voltar atrás.
Posso sentir que esta solidão dói mais do que aos 16 anos. Quando pensei que o mundo é que estava errado e um dia todos cairiam aos meus pés. Desta vez eu sei que não caem... E não quero que ninguém caia, talvez também não queira que ninguém fique.
Desabafo. Reclamando sem dó, recebi de volta: você está amadurecendo. (E tem cura? Pensei.)
É sério isso, gente? Achei que este "treco" nem acontecesse com pessoas da minha geração. Justo comigo, não acredito.
Mas, se maturidade é isso, obrigada, Senhor! Recaptulando... Agora eu não preciso ser o que eu não quero. Não faço, seja lá o que for, porque não estou afim e não explico o motivo se eu não quiser me explicar, ora!
Virei especialistas em economia: Telefone? Nada. Vamos se encontra, conversa. Vamos, pode ser hoje. Seja hoje qualquer "feira" além, do sábado e do domingo. Sabemos que é melhor voltar cedo, se não amanhã...
Só que amadurecer não nos faz parar de chorar, isso não. Entendi que não importa o que eu fiz. Tá feito.
Aprendi que só me explico se for vantagem para mim. E que não importa mesmo o que os outro pensam se estiver firme.
Vejo que não adianta discutir... Justo com quem.
E que os amores aparecem quando eles bem querem. E para isso não é preciso "dar pinta por ai", faça-me o favor. Finalmente aquela do "antes só do que mal acompanhada" faz todo sentido.
Pena que não tenha me ensinado da não brigar.
Um pouco de maturidade mostra que o futuro é logo ali. E que as realizações precisam começar já. E que não adianta desejar que "um dia" não chegue ou fugir de uma data qualquer... Todo dia chega! E tudo que deve acontecer nele, simplesmente acontece.
Foi de repente que eu percebi, mas não foi assim que eu decidi: mudei. É que quando fui procurar por mim... Cadê eu?Rodava de um lado, catava do outro e nada de me encontrar. Me achei, e eu já era bem outra.
Quase ninguém "serve" mais para esta que ficou em meu lugar. Sem paciência virou sobrenome da pessoa aqui. Não tenho certeza se estou ficando velha ou chata.
Foi quando dei conta de que aquela que eu andava atrás, já não existia mais e não era de hoje. Como quando deixei de ser adolescente, eu não quis voltar atrás.
Posso sentir que esta solidão dói mais do que aos 16 anos. Quando pensei que o mundo é que estava errado e um dia todos cairiam aos meus pés. Desta vez eu sei que não caem... E não quero que ninguém caia, talvez também não queira que ninguém fique.
Desabafo. Reclamando sem dó, recebi de volta: você está amadurecendo. (E tem cura? Pensei.)
É sério isso, gente? Achei que este "treco" nem acontecesse com pessoas da minha geração. Justo comigo, não acredito.
Mas, se maturidade é isso, obrigada, Senhor! Recaptulando... Agora eu não preciso ser o que eu não quero. Não faço, seja lá o que for, porque não estou afim e não explico o motivo se eu não quiser me explicar, ora!
Virei especialistas em economia: Telefone? Nada. Vamos se encontra, conversa. Vamos, pode ser hoje. Seja hoje qualquer "feira" além, do sábado e do domingo. Sabemos que é melhor voltar cedo, se não amanhã...
Só que amadurecer não nos faz parar de chorar, isso não. Entendi que não importa o que eu fiz. Tá feito.
Aprendi que só me explico se for vantagem para mim. E que não importa mesmo o que os outro pensam se estiver firme.
Vejo que não adianta discutir... Justo com quem.
E que os amores aparecem quando eles bem querem. E para isso não é preciso "dar pinta por ai", faça-me o favor. Finalmente aquela do "antes só do que mal acompanhada" faz todo sentido.
Pena que não tenha me ensinado da não brigar.
Um pouco de maturidade mostra que o futuro é logo ali. E que as realizações precisam começar já. E que não adianta desejar que "um dia" não chegue ou fugir de uma data qualquer... Todo dia chega! E tudo que deve acontecer nele, simplesmente acontece.
sábado, 28 de março de 2009
Falando de alma, a minha, e o que tem dentro
“Um dia minha alma se abriu por inteiro”, este é o nome de um livro certo? Não posso ser repetitiva assim. Mas, bem que poderia ser o título deste texto.
É mesmo um jogo. Aqui mesmo no blog já tivemos esta conversa. Mas, do que adianta continuar jogando enquanto se ostenta uma vitória cheia de solidão?
Comemorar o quê? Estar por cima (de quem)? Eu faço o que com esse amor todo que eu sinto? Se escolhe manter segredo sobre um sentimento, mulheres orgulhosas que somos, inadmissível amar quem não sabe entender.
É mesmo um jogo. Aqui mesmo no blog já tivemos esta conversa. Mas, do que adianta continuar jogando enquanto se ostenta uma vitória cheia de solidão?
Comemorar o quê? Estar por cima (de quem)? Eu faço o que com esse amor todo que eu sinto? Se escolhe manter segredo sobre um sentimento, mulheres orgulhosas que somos, inadmissível amar quem não sabe entender.
Assim, o tempo passa, até que se esconder não faz mais o menos sentido. Certo ou errado, o momento é de ser fielcom o próprio coração, leal a você mesma. E lembrar que sua alma está farta de mentiras. Fugir do que? Morro de orgulho orgulho do que sinto. Hoje enxergo melhor do que antes quem ele é e o que se fez de nós.
Neste momento escolho ficar perto, oferecer carinho e falar de toda minha verdade. É um jeito de ter o coração em paz, mais uma vez, fiz o que pude, minha parte nesta história.
Eu ainda não tive a chance de olhar nos olhos dele, vidrados como sempre são, e falar sobre tudo isso, mas este dia chega. Eu não vou mais fingir.
É melhor mesmo que seja lá o que for da gente eu não precise imaginar o que seria “se” eu falasse, agora já falei...
Neste momento escolho ficar perto, oferecer carinho e falar de toda minha verdade. É um jeito de ter o coração em paz, mais uma vez, fiz o que pude, minha parte nesta história.
Eu ainda não tive a chance de olhar nos olhos dele, vidrados como sempre são, e falar sobre tudo isso, mas este dia chega. Eu não vou mais fingir.
É melhor mesmo que seja lá o que for da gente eu não precise imaginar o que seria “se” eu falasse, agora já falei...
terça-feira, 10 de março de 2009
Cansaço aos 30...
Por Renata C.
Sabe o que é mais triste? Fazer 30 anos e perceber que o grande caso de amor, que o homem mais importante da minha vida foi um merda. Mas que, mesmo sendo um merda, ele não me quis. Se não me conhecesse e lesse tudo isso, acharia :“essa mulher deve ser uma baranga”, mas não sou. Juro que não!
Então por que? Por que tudo isso? Carma? Sacanagem dos astros? Sei lá. Só sei que dói. Dói muito constatar aos 30, que os anos passaram, que a tal juventude está pra me deixar . E nada. Nada foi vivido de maneira intensa. Sem juras de amor, sem dizer eu te amo, sem ao menos ser correspondida num sentimento de paixão para “iniciantes”.
Estou farta de sempre estar em segundo plano. Estou farta de ver gente mal caráter ser valorizada e endeusada nas relações. Já que não consigo ser filha da puta (sim, já tentei isso), só me resta o lesbianismo ou o Celibato. E como infelizmente essa história de atração por mulheres não é a minha praia, o negócio é ficar só. Mas sabe o que mata tudo isso, toda essa constatação lógica? A esperança. Essa porcaria de sentimento que aterroriza e adoece o mundo de quem simplesmente queria deixar de sofrer.
Eu odeio a esperança. Queria que ela morresse. Mas acho que vou antes dela. Afinal...
Sabe o que é mais triste? Fazer 30 anos e perceber que o grande caso de amor, que o homem mais importante da minha vida foi um merda. Mas que, mesmo sendo um merda, ele não me quis. Se não me conhecesse e lesse tudo isso, acharia :“essa mulher deve ser uma baranga”, mas não sou. Juro que não!
Então por que? Por que tudo isso? Carma? Sacanagem dos astros? Sei lá. Só sei que dói. Dói muito constatar aos 30, que os anos passaram, que a tal juventude está pra me deixar . E nada. Nada foi vivido de maneira intensa. Sem juras de amor, sem dizer eu te amo, sem ao menos ser correspondida num sentimento de paixão para “iniciantes”.
Estou farta de sempre estar em segundo plano. Estou farta de ver gente mal caráter ser valorizada e endeusada nas relações. Já que não consigo ser filha da puta (sim, já tentei isso), só me resta o lesbianismo ou o Celibato. E como infelizmente essa história de atração por mulheres não é a minha praia, o negócio é ficar só. Mas sabe o que mata tudo isso, toda essa constatação lógica? A esperança. Essa porcaria de sentimento que aterroriza e adoece o mundo de quem simplesmente queria deixar de sofrer.
Eu odeio a esperança. Queria que ela morresse. Mas acho que vou antes dela. Afinal...
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Coração bom é coração cheio
Deu para perceber que os textos por aqui andaram meio parados, não deu?
Falta de inspiração. Falta de amor, talvez. Amor sempre inspira a gente.
Que pena, os corações por estas bandas parecem estar desacelerados. Quem sabe, não é melhor assim, por aqui rolou mágoa demais.
Uma mulher que não faz um homem mudar o curso, “perder” o rumo, se achar nela, definitivamente precisa reconhecer que não deu. E as razões podem ser muitas, mas e daí? Para quê saber disso agora? Quem ainda se importa?
Ele a pediu em casamento. Esbarrei com os dois comprando roupas de cama. Uh, eu sei, melhor lugar da casa para ficar com ele mesmo. Tola.
Só um homem é capaz de "correr atrás", investir e estar com outra achando tudo isso normal. E a idiota somos nós! Só eles chagam deprê do circuito Barra-Ondina, porque será? Homes põem tudo a perder por tão pouco...
Aos que nos fizeram apaixonar à toa, obrigada, para mim valeu a experiência. Bobo é você podia ter conhecido uma pessoa amável, carinhosa e didicada.
Fato é que sorriso aberto me cativa, e olhinho de quem ainda vai precisar do meu colo também. Este não foi o primeiro, nem deve ser o último idiota a cruzar com a minha existência nesse planeta.
Agora... Que tal uma novíssima paixão? Boa idéia! E ele vai ser lindo, carinhoso, fofo... Tem o coração vazio não é saudável.
Falta de inspiração. Falta de amor, talvez. Amor sempre inspira a gente.
Que pena, os corações por estas bandas parecem estar desacelerados. Quem sabe, não é melhor assim, por aqui rolou mágoa demais.
Uma mulher que não faz um homem mudar o curso, “perder” o rumo, se achar nela, definitivamente precisa reconhecer que não deu. E as razões podem ser muitas, mas e daí? Para quê saber disso agora? Quem ainda se importa?
Ele a pediu em casamento. Esbarrei com os dois comprando roupas de cama. Uh, eu sei, melhor lugar da casa para ficar com ele mesmo. Tola.
Só um homem é capaz de "correr atrás", investir e estar com outra achando tudo isso normal. E a idiota somos nós! Só eles chagam deprê do circuito Barra-Ondina, porque será? Homes põem tudo a perder por tão pouco...
Aos que nos fizeram apaixonar à toa, obrigada, para mim valeu a experiência. Bobo é você podia ter conhecido uma pessoa amável, carinhosa e didicada.
Fato é que sorriso aberto me cativa, e olhinho de quem ainda vai precisar do meu colo também. Este não foi o primeiro, nem deve ser o último idiota a cruzar com a minha existência nesse planeta.
Agora... Que tal uma novíssima paixão? Boa idéia! E ele vai ser lindo, carinhoso, fofo... Tem o coração vazio não é saudável.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Sei lá como se faz
Eu sei lá como se faz isso. Está certo como namorar eu sei, eu não sei o que é ser namorada. A gente só sabe o que a gente passa.
Como explicar uma situação, sem nunca ter experimentado este título? Tenho uma amiga que sabe do que estou falando. Quando a gente conversa, vemos que ela se sente exatamente como eu.
Dia desses, a gente estava tomando uns gorós e ela me abraçou dizendo que sou a única pessoa que a entende. Eu entendo mesmo.
A minha amiga diz que é a dor vazia de nunca ter dito “eu te amo” na vida. Eu completo dizendo que não é porque não sentimos, mas porque o sujeito nunca mereceu ouvir, e as situações com todos com quem já esbarramos nunca foram confiáveis para tanto.
Nós duas sempre nos perguntamos quando isso vai passar. Porque para todo mundo passa um dia. Cedo ou tarde todo mundo é um casal, a gente vê acontecer com as nossas amigas, por que com a gente é diferente? Já se vão quase trinta anos para cada uma.
É cruel querer companhia e suas amigas, mais do que justo, estarem curtindo o sábado de sol ou o domingo de chuva com seus namorados. Um feriado chegando e os casais decidem juntos aonde vão. Eu estou perdendo a graça assim, chega.
Esta história do: você tem que se bastar é verdade. E eu estou na maior fase de me curtir. Talvez eu nem me sinta assim faz certo tempo. Tenho lido, escritto, cuidado do meu corpo, da minha mente e da minha profissão, tudo que me faz bem. Amado minhas amigas, umas até mais de uns tempos para cá. Mas sinto falta de alguma coisa. É doido isso, por que é a falta de algo que você nunca teve, só ouviu dizer.
Não dá para fingir que não, as mulheres vão completando muitos aniversários, vão pensando mais seriamente sobre casar e ter filhos. Quando se é mais novinha, até antes de adolescentes, época em que nós não gostávamos dos meninos ainda parecia tão distante este momento. Hoje alguns deles já deixam escapar que gostaria ou não acharia má idéia nos ver grávida. Você já ouviu uma dessas? Eu já, e algumas amigas também. E não é papinho de “Lobo Mau” não, porque digamos que já nem precisava disso. A realidade da idade também chega para eles, meninas.
Como explicar uma situação, sem nunca ter experimentado este título? Tenho uma amiga que sabe do que estou falando. Quando a gente conversa, vemos que ela se sente exatamente como eu.
Dia desses, a gente estava tomando uns gorós e ela me abraçou dizendo que sou a única pessoa que a entende. Eu entendo mesmo.
A minha amiga diz que é a dor vazia de nunca ter dito “eu te amo” na vida. Eu completo dizendo que não é porque não sentimos, mas porque o sujeito nunca mereceu ouvir, e as situações com todos com quem já esbarramos nunca foram confiáveis para tanto.
Nós duas sempre nos perguntamos quando isso vai passar. Porque para todo mundo passa um dia. Cedo ou tarde todo mundo é um casal, a gente vê acontecer com as nossas amigas, por que com a gente é diferente? Já se vão quase trinta anos para cada uma.
É cruel querer companhia e suas amigas, mais do que justo, estarem curtindo o sábado de sol ou o domingo de chuva com seus namorados. Um feriado chegando e os casais decidem juntos aonde vão. Eu estou perdendo a graça assim, chega.
Esta história do: você tem que se bastar é verdade. E eu estou na maior fase de me curtir. Talvez eu nem me sinta assim faz certo tempo. Tenho lido, escritto, cuidado do meu corpo, da minha mente e da minha profissão, tudo que me faz bem. Amado minhas amigas, umas até mais de uns tempos para cá. Mas sinto falta de alguma coisa. É doido isso, por que é a falta de algo que você nunca teve, só ouviu dizer.
Não dá para fingir que não, as mulheres vão completando muitos aniversários, vão pensando mais seriamente sobre casar e ter filhos. Quando se é mais novinha, até antes de adolescentes, época em que nós não gostávamos dos meninos ainda parecia tão distante este momento. Hoje alguns deles já deixam escapar que gostaria ou não acharia má idéia nos ver grávida. Você já ouviu uma dessas? Eu já, e algumas amigas também. E não é papinho de “Lobo Mau” não, porque digamos que já nem precisava disso. A realidade da idade também chega para eles, meninas.
Aproveitando o assunto: Bem vindos os bebês de 2009! – Um amigo querido e lindo que só ele vai ganhar um herdeiro de sua beleza (sorte da minha futurísssima filha).
Quando eu tinha uns 18 aninhos ficava sem jeito de contar que nunca tinha atendido verdadeiramente como a namorada do fulano. Passado os anos, ainda mais “rodada” do que antes (risos) a bobeira passou. Antes eu chamava de ex para não parecer um ET um cara de quem eu realmente gostei bastante, mas de relacionamento foram, mal e porcas idas e vindas de inúmeras ficadas durante dois anos com alguém que estudos comigo no segundo grau.É verdade, aprendi um monte. Este cara foi o responsável pela minha cruel, mas necessária descoberta de que Príncipe Encantado não existe.
Quando eu tinha uns 18 aninhos ficava sem jeito de contar que nunca tinha atendido verdadeiramente como a namorada do fulano. Passado os anos, ainda mais “rodada” do que antes (risos) a bobeira passou. Antes eu chamava de ex para não parecer um ET um cara de quem eu realmente gostei bastante, mas de relacionamento foram, mal e porcas idas e vindas de inúmeras ficadas durante dois anos com alguém que estudos comigo no segundo grau.É verdade, aprendi um monte. Este cara foi o responsável pela minha cruel, mas necessária descoberta de que Príncipe Encantado não existe.
Foi nessa que eu comecei a aprender que é preciso “abrir mão” muitas vezes para ser casal, para fazer dar certo...
E eu não sei se eu e esta amiga de quem falei até hoje soubemos ser assim de alma, realmente abertas e confiantes. Eu acho que não. Ela acha que nós duas procuramos exatamente pessoas fadadas a “não ficarem”, daqueles que passam pela sua vida por que temos medo de relacionamento. Ela “acusa” a ela mesma e a mim de escolher ficar gostando do fulano eternamente por ser mais seguro ficar por ali mesmo, por onde e com quem já conhecemos, seja do jeito que for.
Talvez esta amiga esteja certa, com medinho. Quando é assim, qualquer “coisa” serve...
Não faz muito tempo eu passei uma dessas que você jura que é a última vez, mas o mesmo bobão te dá uma sacaneada pela terceira vez. Como eu falei outro dia ai o amor da minha vida resolveu me procurar. Ele já vinha investindo em me reencontrar fazia alguns meses, mas a apaixonada medrosa fugindo para não sofrer. Um dia eu ia ceder, você já sabia disso. Nós saímos e ele como nunca havia feito antes revelou sentimentos e pensamentos sobre mim, que eu desconhecia.Eu me surpreendi, mas também não me revelei por isso. E ele até hoje não sabe, como a certeza de me ouvir declarar um amor grande, confuso e verdadeiro.
Agora vê, dá para confiar em alguém que sofre porque passou o carnaval na Bahia?
Tem dó! Posso imaginar o grau de sofrimento, o que aquelas seminuas alucinadas devem ter feito com aquele feioso, tadinho! - Me segura!
É sim, eu esperava por este momento há tempo, só que não sei o que é ter ele. Eu precisava de um tempo, e de apoio dele. Não tive. Ele desistiu de nós em pouco tempo mais uma vez.
Hoje, com cada sentimento em seu lugar, vendo e vivendo, sinto que quero tudo de um relacionamento, ser feliz, ser eu estando em 2.
E eu não sei se eu e esta amiga de quem falei até hoje soubemos ser assim de alma, realmente abertas e confiantes. Eu acho que não. Ela acha que nós duas procuramos exatamente pessoas fadadas a “não ficarem”, daqueles que passam pela sua vida por que temos medo de relacionamento. Ela “acusa” a ela mesma e a mim de escolher ficar gostando do fulano eternamente por ser mais seguro ficar por ali mesmo, por onde e com quem já conhecemos, seja do jeito que for.
Talvez esta amiga esteja certa, com medinho. Quando é assim, qualquer “coisa” serve...
Não faz muito tempo eu passei uma dessas que você jura que é a última vez, mas o mesmo bobão te dá uma sacaneada pela terceira vez. Como eu falei outro dia ai o amor da minha vida resolveu me procurar. Ele já vinha investindo em me reencontrar fazia alguns meses, mas a apaixonada medrosa fugindo para não sofrer. Um dia eu ia ceder, você já sabia disso. Nós saímos e ele como nunca havia feito antes revelou sentimentos e pensamentos sobre mim, que eu desconhecia.Eu me surpreendi, mas também não me revelei por isso. E ele até hoje não sabe, como a certeza de me ouvir declarar um amor grande, confuso e verdadeiro.
Agora vê, dá para confiar em alguém que sofre porque passou o carnaval na Bahia?
Tem dó! Posso imaginar o grau de sofrimento, o que aquelas seminuas alucinadas devem ter feito com aquele feioso, tadinho! - Me segura!
É sim, eu esperava por este momento há tempo, só que não sei o que é ter ele. Eu precisava de um tempo, e de apoio dele. Não tive. Ele desistiu de nós em pouco tempo mais uma vez.
Hoje, com cada sentimento em seu lugar, vendo e vivendo, sinto que quero tudo de um relacionamento, ser feliz, ser eu estando em 2.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Sentindo Minha Alma Leve
Olha... Quem diria justo eu “pedindo” isso! Foi daí que saiu este título. É por que eu estou me sentindo com a alma leve, ou seria quieta? Sim, é assim que me sinto, quieta, serena, pura é exagero (pára)!
Ultimamente eu e as meninas temos nos analisado tanto, nos informado tanto, nos munido de “truques” e formas de acertar. Nos apegado a atos-falhos e lembranças (que são fogo...). E são tantos detalhes de tantos “Eles” – um de cada uma, calma! No máximo dois de algumas (risos). Nossa! Que uma hora cansa, viu.Lamentar, nem pensar, “tô” fora. Passou a fase, já deu... É, dá mesmo uma dorzinha de cotovelo; novamente “Por que não eu?” (Leone). Porque não, pronto, “vambora”...
Ah, não, vai... Eu já vi esta história em algum lugar. Sei que pode durar três até sete anos para curar um amor não correspondido ou um mal correspondido. Eu não quero deixar se estender este de mês. Melhor euzinha me boicotar os planos de “eu quero porque quero” do que gerar enredo para mais sensação de corna. É, mas não é? É uma sensação de que você veio neste mundo para sofrer que Deus me livre!
Afinal... Você ficou com ele, ele era solteiro até no raio do coração. Faz um charme que te derrete, seu próprio corpo não te responde. O diabo é bonito. Te da moral (estou citando aqui, moral até de um dia, mas e daí? Foi que eu sei...). Têm qualidades encantadoras e defeitos suportáveis a primeira vista. Beija bem que só. Tem o seu clima, sabe se fazer... Mas esta desgraça na sua vida: não te liga. Some. Vai ficar com outra. Com outras. Te transforma em número. Reata com a ex-noiva – Senhor dai-me forçar! (e outro número de senha. Um que “Eles” não escolham “Elas”, tem que existir, não é possíveeel).
ELE (Deus) deu! Ah, deu sim. Já estou me sentindo sexy novamente! - brincadeira à parte, deu para se levantar. – PAUSA
CENA: carro igual ao dele. Vem lento em nossa direção, pára. Estamos na mesa de um bar, 4 amigas.
- Meeeu Deeeus... é ele! Não oooolhaaaaa... Continua falando Amiga1. Não vira para trás Amiga2...
- Eu vou ter que olhar, amiga...
O carro se aproxima, está do lado da mesa. Vidro do motorista filmado. Agora aberto.
- É uma mulher gorda, amiga! Pode olhar se quiser.
- Nããããoo vou olhar... (a bicha se treme toda, gelada)
- Olha, oh doida!
- Não é ele, cara! É uma mulher goooordaaa!!
- Gente! Meu coração! Era ele, gente, eu tinha certeza. Eu sou maluca? Eu o vi: de boné, falando ao celular e ainda tinha pensado o meu vai tocar: 1, 2, 3... Agora, tocou!
Maluca, maluca! Os trinta segundos mais longos dos últimos tempos. Oh imaginação... (risos).
Está certo, tem uma poeirinha ainda, de quando eu sacudi dando a volta por cima, ainda não espanou totalmente, mas deixa estar. Uma hora acaba de vez.
Olha em volta. Quanta vida útil agindo alheia a minha vontade. É, “ou foi o tombo do navio ou foi o balanço do mar”. Saber, saber a gente nunca vai... Acontece! Só que não dá para ficar a deriva, vamos seguir esta onde de vidas que eu falei? Há quatro anos não me sinto assim, bem dizer. Com esta vontade toda.
Alma nova, leve, reorganizada eu diria. Gente chamando gente. É quase mágica, positivismo puro, concentra...
Olha em volta. Quanta vida útil agindo alheia a minha vontade. É, “ou foi o tombo do navio ou foi o balanço do mar”. Saber, saber a gente nunca vai... Acontece! Só que não dá para ficar a deriva, vamos seguir esta onde de vidas que eu falei? Há quatro anos não me sinto assim, bem dizer. Com esta vontade toda.
Alma nova, leve, reorganizada eu diria. Gente chamando gente. É quase mágica, positivismo puro, concentra...
"Quem, é essa garota que eu vejo?
Olhando direto,
Me encarando,
Quando meu reflexo irá mostrar,
Quem eu sou, por dentro?"
Reflection - Christina Aguilera
Composição: Matthew Wilder e David Zippel
Composição: Matthew Wilder e David Zippel
Parece até férias
Parece mesmo, embora não seja. Mas janeiro é um mês que dá essa sensação gostosa de "vamos aproveitar a vida!". O calor parece que provoca a gente (risos).
Aqui não tem gente à toa, tem gente aproveitando a vida. Não é bom?
Claro que sim. Olha só, não tem como mudar as coisas de repente, o ano está só começando, as expectativas são boas. Nem todas estão trabalhando, então “bora” falar com gente, fazer contatos. Apesar de tudo de bom desta fase do ano, é importante não perder o foco trabalho, empregoooo... Checar caixa de e-mail pelo menos uma vez por dia, celulares sempre ligados (lembre-se dos currículos mandados no final do ano passado). Pare tudo e vá a uma entrevista muito bem vestida, hein. Nem pense em ser diferente.
Enquanto isso “bora lá” outros assuntos... O que dá para mudar, você já fez, cortou o cabelo na virada de 2008 para 2009, pois é este era o único acontecimento que dependia SÓ da SUA vontade.
Agora filha, relaxa os pensamentos e aproveite a estação do sol.
Quem nos acompanha sabe que aqui a gente conversa sobre variações do mesmo tema, é sobre nossos “eles”. E aproveitando a onda boa reagir é preciso, é preciso...
Como canta a Maria Rita, vamos por “cada coisa em seu lugar, que um dia virá, algum dia virá, sem aviso”
Então como até parece férias mesmo vamos à praia com as amigas e com os namorados divertidos das amigas que dão um “up” no humor da gente. E qualquer ida básica ao barzinho da esquina já é melhor do que ficar em casa sem fazer nada e sem conhecer gente. Dá para se divertir só de juntar mais de duas meninas, no mínimo a gente dá risada lembrando histórias patéticas, aprende por osmose conselhos de sempre e canta musicas bregas.
Por falar em conhecer gente, é isso mesmo! Não estou falando de sair para “caçar”, estou falando de achar um bom papo em qualquer lugar que se esteja desde que escolha aparecer OFF no MSN. Receber convites para conhecer dalí outros lugares, por mais que não sejam bairros da cidade dos mais freqüentados pela nossa turma.
Estou falando de ouvir e dançar boa música.
Isso por que a gente ainda não colocou em prática assistir juntas um filminho “sessão da tarde” com muito pipoca e coca-cola (uma vezinha pode). Nem assistimos ao por do sol em uma praia que escolhemos e não seja a nossa de sempre. 

E é claro, curtir os aniversários das amigas de capricórnio e aquário!
Sendo assim, já que não é férias mesmo... Que venha o carnaval!
domingo, 25 de janeiro de 2009
Amizade entre irmãs
Em prol da amizade entre irmãos, eu te pergunto: você tem irmã?
Sim, eu sei que tem gente que de tão parceira, você a tem como se fosse da família. Mas hoje estou falando daquela que além de ser um gênio para ajudar com seus problemas, nasceu do ventre da sua mãe, tanto quanto você.
Eu falo disso, porque esta parceria é tão importante para mim, que eu não entendo quando conheço irmãos que não se dão, e até se odeiam.
Nos últimos dias tenho sido testemunha ocular deste amor que eu tanto admiro. Dia desses dormi na casa de uma grande amiga minha, passamos a noite, no auto dos nossos mais de 25 anos, como adolescentes, todas juntas, falando sem parar até às cinco da manhã. Foi nesta noite que eu presenciei um momento historio; duas irmãs que falaram sem pudores ou vergonha sobre seus desejos mais íntimos e acontecimentos nunca antes compartilhados entre elas. Me senti orgulhosa de ter vivenciado isso. Sei que a partir de então serão mais amigas do que nunca. E eu, das duas.
Há poucas horas estávamos em duas duplas “dinâmicas” e amicíssimas: eu, minha irmã e duas amigas irmãs. Entre gargalhadas e um pouquinho de choro, nós quatro ali presente deixamos as emoções e a compreensão fluírem...
Quem tem uma irmã, assim como eu tenho a minha, sabe do que eu estou falando. É a outra pessoa que pode falar por você e dificilmente errar.
É quem compartilha contigo de um tudo... É quem aconselha, mas também te pergunta o que fazer. E a resposta é via amor incondicional.
É esta pessoa que te fala a verdade sem rodeios ou te esconde ela por conhecer certeira sua reação.
Quem segura sua mão e está ao seu lado leve o tempo que for para a tormenta passar...
Quem não duvida que você é capaz, aposta em você e sabe que sua felicidade é puro merecimento, afinal foi quem lutou junto contigo.
É quem reza pelos seus sonhos como quem reza aos próprios alimentos da alma.
Só uma irmã assim, como dessas que eu me refiro, sabe o que penso, sinto e vivo, como a minha sabe. Como são as minhas amigas e suas irmãs.
Todo meu amor a quem sente doer em si mesma a minha dor. Que pára o mundo para me dizer que quer me mostrar com a vida é linda e eu faço parte dela. Eu é que não tenho dúvida, linda mesmo é Ela, minha irmã.
Lembre: "Enquanto isso temos umas as outras..."
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Escolhendo Viver
Homenagem e agradecimento às minhas amigas
É incrível quando se faz uma nova descoberta já sabida antes...
Quando ela é boa.
Você se sente com preguiça de viver, mas escolhe não ficar nessa. E o que você encontra “de cara”?
O apoio das amigas. Elas que sabem bem que de nada vai adiantar você ficar curtindo esta dorzinha velha de guerra.
Fossa é bom para a gente refletir, juntar nossos próprios caquinhos, mas sair por ai vivendo em boa companhia é melhor ainda. Sentir que está viva. Que apesar de um idiota você é feliz, super feliz por sinal.
São elas, as amigas, as que te ajudam a encaram a realidade de frente, que acobertam seus desejos mais secretos de continuar desejando, que vem curtir o sol dourando nossas peles lindas (mesmo pegando mal tempo pelo caminho), malhando juntas para aprimorar o corpitcho e no final da noite vamos para um barzinho só no suquinho e água com gás, que pedem para você acreditar em Deus; são estas que estão contigo e não abrem.
É ai, minha gente, que você lembra por que você cativa as pessoas...
É porque tu é uma “puta mulher” e elas são “puta amigas”! Babaca é ele!
Tá certo, xingar não resolve, VIVER resolve...
Não faz esquecer, mas ajuda a andar para frente, por que para trás não dá, nem quero. Situações velhas e fadadas ao erro ficaram no passado. É daqui, de onde eu cheguei com muito orgulho e apoio das meninas, em diante...
A gente sabe que pode mudar nosso futuro para muito melhor do que o que nos acontece agora nos frustra e nos angustia.
“Vai dar certo! Porque tem que dar...” – criei esta frase e repito sempre – é a única certeza que eu tenho. Por que viver dá certo...
“Agora a hora é de vibrar mais um romance tem remédio...
Vou viajar,
lá longe tem o coração de mais alguém”
(Moreno Veloso / Quito Ribeiro)
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Ela
Por Tatiana Moraes
não é de hoje que eu penso que "ela" existe... ela, porque ser "ela" não é para qualquer... pelo menos eu acho que nunca fui. Tenho amigas que também acreditam que "ela" existe, já foram muito atrapalhadas por esta raça... é uma raça ruim essazinha! Geralmente “ela” surge do nada, quando você já se sente uma boba, completamente apaixonadinha pelo seu “ele”. Mais do que isso. Você que já está calejada de casinhos sem futuro, tem certeza de que esse sim é o seu namoradinho perfeito. Ele parecia gostar de verdade. Mas por obra de qualquer coisa inexplicável e irritante ele ficou ou ainda está com “ela”.
a definição de "ela" é mais ou menos assim: mulher, claro. mas, parece que essa especificamente é um ser superior a mim. Porque "ele", pelo menos os por quem eu me apaixono, sempre acabam ficando com "ela". namoros então, é certo que sempre começa a namorar com "ela", não comigo.
o tempo de duração de uma “ela” na grande maioria das vezes não se estende muito. O problema é enquanto a tormenta não passa. O sofrimento causado por uma dessa é inversamente proporcional ao tempo em que “ela” empata a vida de alguém, como eu, por exemplo.
engraçado é que em conversas com amigas o “ele” de cada uma é bem diferente do da outra. Amém! Cada uma tem seu tipo. Mas essa maldição... “ela” acha graça, na maior cara dura, de tudo aquilo que EU tinha achado primeiro. Pior é que tenho sempre a impressão de que a coitada está perdendo tempo de vida. Por que afinal, se eu sou a mulher da vida dele, tadinha! Tenho que acreditar nisso. Eu é que não quero ficar como em alguns casos que conheço. Tanta “ela” na vida de uma mulher, que essa até desiste dos seus e se conforma com o que nem faz o seu tipo (não fazia). Mas também conheço gente que superou o trauma causado por "ela", munida da força do acaso, regida pelo cosmos, foi a chance dada pelo universo, certamente, por que não parece ser tão simples se livrar dela.
e por causa dessa existência, um tanto sobrenatural, tem horas que achamos que ficaremos sozinhas para sempre. Que essa estorinha de alma gêmea é balela! Já nem agüento mais o assunto, não dá mais para ouvir coisas do tipo "o que é seu tá guardado", uma pinóia! Tenho uma amiga, que diz que o príncipe encantado dela deve estar trancado em um baú, jogado no fundo do mar, tentando sair desesperadamente para vir ao encontro dela, porque só assim poderia se explicar ainda não tê-lo encontrado diante de procura incessante. Talvez essa minha amiga tenha razão, porque os príncipes que cruzam as nossas vidas sempre decidem por "elas"... e olha que aparentemente, não deixamos a desejar em nada diante "dela". Já ouvi falar por aí que sou bonita, resolvi acreditar. Acho que tenho um certo charme, é certo que cada um tem o seu. Me disponho a ser independente... sei dançar, fazer massagem, ser simpática... muito bem, onde é que está o erro? Porque ele está com “ela”...
a verdade é que estamos em desvantagem, já que a população feminina mundial é muito maior do que a masculina, e isso é ponto para eles. Parece até que já nos conformamos com o fato de que teremos que ser escolhidas... e quando escolhemos, ela que fica com a parte de namorar, casar e ter filhos, a parte de ser feliz para sempre.
O que é que há? Porque que “ela” não se mudam para o Alasca, se vira por lá! Parece praga!
eu não sou "ela", não, nem quero ser. Só gostaria e muito que "ela" deixassem de existir. Quem sabe o próximo passo é bolar um manual "Como se livrar d'ela'". Eu poderia citar nomes, mas não é esse o caso. O fato é que eu vou seguir tentando fazer com que "ela" perca a vez, juro que eu vou! Ah, e se alguém descobrir alguma fórmula mágica, o que seja, para alcançar esta graça, por favor, não esquece de mim. Mande. Eu agradeço. Sorte para todas nós!
Em busca do Estrelato: Holofote divino aqui estou eu!
Por Renata Cordeiro
O que é seu está guardado. Pare de procurar, que aí a coisa anda. Não sei como pode, você sozinha esse tempo todo! Deixe de ser exigente, você escolhe demais. Que dedo podre pra escolher quem não presta!
Pois é...Se você já escutou alguma dessas frases, acredite: Não foi a única. Mesmo. Se foi presenteada com todas elas durante toda ou boa parte da sua vida, não se espante. Conheço milhares de mulheres maravilhosas (e nem tão maravilhosas assim) que também são obrigadas a carregar esse “Karma”. Agora, se esse não é o seu caso, abandone imediatamente a leitura. Você provavelmente não entenderia nada mesmo.
Quem não faz parte deste 1%, um aviso: Se você pensa que este blog pretende ajudar, dar dicas sobre como fisgar um cara bacana, ou se tornar a mulher mais sexy do mundo, esqueça!Se eu soubesse a tal fórmula mágica provavelmente não perderia meu precioso tempo escrevendo sobre essas “banalidades”. Conversas de Gravador foi criado para tentar entender esse misterioso boicote do destino com a vida amorosa de algumas moçoilas inconformadas com o eterno status de “Titia” ou “encalhada”. Ficar de fora de um ciclo tão importante da vida, sem dúvida, não é fácil. É sacanagem. E das grossas.
Certamente se este Blog possuísse algum tipo de bibliografia, ela seria assim:
Preciso desabafar, amiga-Ed. Pé na bunda
O que eu fiz de errado? Ele nunca mais me ligou!- Best seller Ed. Pé na Bunda
Quer saber? Ele que se dane! -Ed. Quer enganar a quem?
A lista seria extensa...Triste, não? Esse é o retrato de muitas mulheres que só queriam ter o direito de saber o que é a tal felicidade. De poder decifrar o código das misteriosas músicas românticas que fazem tanta gente chorar. Ih...O papo ta ficando cafona! Estaríamos chegando ao fundo do poço?
Animem-se futuras titias do nosso Brasil! O nosso fundo do poço, por mais difícil que possa parecer, possui cama elástica! Basta um pouco de esforço pra enxergar além do horizonte...Ai o horizonte...Tem coisa mais romântica? Bom, pelo menos é o que dizem, né?
Então, meninas! Aqui está o seu espaço pra desabafar e trocar confidências...Seja lá de que jeito for...Umas podem ler, se identificar e rolar de tanto rir. Outras podem ler, se identificar e desabar num berreiro de dar dó. Sabe-se lá em que fase a lua vai estar...Mas já que o assunto povoa tanto nossas cabeças, melhor que seja logo exposto, vamos logo abrir essa ferida, assumir que o amor é sim importante demais pra sermos felizes por inteiro nessa vida! Mas enquanto ele não vem, o melhor a fazer é admitir. Como fazem nos alcoólicos anônimos. Eu tenho um problema. Eu quero rir dele enquanto ele ainda tem graça. Relaxa! Afinal de contas, o que é nosso deve estar muito, mas muito bem guardado! Está aberta a caça ao tesouro, meninas! Sejam bem vindas!
O que é seu está guardado. Pare de procurar, que aí a coisa anda. Não sei como pode, você sozinha esse tempo todo! Deixe de ser exigente, você escolhe demais. Que dedo podre pra escolher quem não presta!
Pois é...Se você já escutou alguma dessas frases, acredite: Não foi a única. Mesmo. Se foi presenteada com todas elas durante toda ou boa parte da sua vida, não se espante. Conheço milhares de mulheres maravilhosas (e nem tão maravilhosas assim) que também são obrigadas a carregar esse “Karma”. Agora, se esse não é o seu caso, abandone imediatamente a leitura. Você provavelmente não entenderia nada mesmo.
Quem não faz parte deste 1%, um aviso: Se você pensa que este blog pretende ajudar, dar dicas sobre como fisgar um cara bacana, ou se tornar a mulher mais sexy do mundo, esqueça!Se eu soubesse a tal fórmula mágica provavelmente não perderia meu precioso tempo escrevendo sobre essas “banalidades”. Conversas de Gravador foi criado para tentar entender esse misterioso boicote do destino com a vida amorosa de algumas moçoilas inconformadas com o eterno status de “Titia” ou “encalhada”. Ficar de fora de um ciclo tão importante da vida, sem dúvida, não é fácil. É sacanagem. E das grossas.
Certamente se este Blog possuísse algum tipo de bibliografia, ela seria assim:
Preciso desabafar, amiga-Ed. Pé na bunda
O que eu fiz de errado? Ele nunca mais me ligou!- Best seller Ed. Pé na Bunda
Quer saber? Ele que se dane! -Ed. Quer enganar a quem?
A lista seria extensa...Triste, não? Esse é o retrato de muitas mulheres que só queriam ter o direito de saber o que é a tal felicidade. De poder decifrar o código das misteriosas músicas românticas que fazem tanta gente chorar. Ih...O papo ta ficando cafona! Estaríamos chegando ao fundo do poço?
Animem-se futuras titias do nosso Brasil! O nosso fundo do poço, por mais difícil que possa parecer, possui cama elástica! Basta um pouco de esforço pra enxergar além do horizonte...Ai o horizonte...Tem coisa mais romântica? Bom, pelo menos é o que dizem, né?
Então, meninas! Aqui está o seu espaço pra desabafar e trocar confidências...Seja lá de que jeito for...Umas podem ler, se identificar e rolar de tanto rir. Outras podem ler, se identificar e desabar num berreiro de dar dó. Sabe-se lá em que fase a lua vai estar...Mas já que o assunto povoa tanto nossas cabeças, melhor que seja logo exposto, vamos logo abrir essa ferida, assumir que o amor é sim importante demais pra sermos felizes por inteiro nessa vida! Mas enquanto ele não vem, o melhor a fazer é admitir. Como fazem nos alcoólicos anônimos. Eu tenho um problema. Eu quero rir dele enquanto ele ainda tem graça. Relaxa! Afinal de contas, o que é nosso deve estar muito, mas muito bem guardado! Está aberta a caça ao tesouro, meninas! Sejam bem vindas!
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