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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Motivo é o que não falta

por Tatiana Moraes


Eu estava mesmo querendo um incentivo para escrever, já fazia tempo que não exercitava esse meu lado literário. Então, ao assunto recorrente deste blog, lá vamos nós...

Li uma matéria recente sobre esse nosso assunto sempre pendente, relacionamentos. Pesquisas mostram que aumentou o número de bibliografias sobre este tema, e também mudou a forma como as pessoas encaram este tipo de leitura. Ah, as estáticas, como sempre! Aos fim da reportagem a conclusão é de que o gênero comportamento/auto-ajuda/humor agora tem outra “pegada”, ao que me pareceu, a mesma do "Conversa". Adianta chorar? Temos é que rir! 
Então vamos à moral da estória (por sempre tem a moral da estória, não é meninas?). As mulheres mudaram sim e, não sei bem se por consequencia, os homens também mudaram. Alguém pode provar isso cientificamente, eu não posso. A máxima é que não muda, aquela de que todo mundo quer uma boa companhia. Compartilhar conquistas e angústias. No "fim" das contas, entenda como querer casar e ter filhos! E isso vai mudar algum dia, gente? Eu acho que não, espero que não.

O que parece diferente é a ótica sobre estas questões homem/mulher. As meninas não crescem mais procurando pelo tal de príncipe, um par perfeito ou o homem ideal, já foi tempo! Ou sou só eu que não tenho mais paciência para as bobeiras típicas dos meninos, e quero é ser feliz em companhia de um cara legal, que se faça valer à pena?


Me senti parte daquela pesquisa da revista. A “guerra dos sexos” mudou e o gênero literário que repercuti ela não podia continuar do mesmo jeito. Eu entro nessa parte, como se tivesse sido pesquisada. Li os “faça isso, não faça assim” publicados no final dos anos 90 início dos anos 2000. Continuo lendo coisas do tipo, só que agora me sinto, além disso, uma singela colaboradora - eu e minhas amigas protagonizando essas “doideiras” descritas aqui!- Querendo compartilhar experiências, sem ditar regrinhas de como fazer um relacionamento dar certo.

Não existem regras, todo mundo já pegou essa parte da "matéria"? Que bom! No máximo o que dá para fazer é ir percebendo para qual direção uma relação está apontando. Se para o norte, onde fica “pode beijar a noiva” ou para o sul, região do “fundo do buraco”, onde já estivemos pelo menos uma vez antes.

Amadurecer. Admitir. Perceber que o que mudou foi por dentro de nós, mesmo trazendo uma tristezinha, vez ou outra. E que as mulheres masi velhas são mesmo mais chatas! São mais exigentes e menos disponíveis, sacou? Estabelecemos outras prioridades, foi isso. Mas amor, continua sendo amor, pode ficar tranquilo. Não muda "o nome" só porque doeu, isso a gente também já sabe.
Voltando à matéria, uma antropóloga comenta para a revista dados sobre o aumento do número de casamento. Faz um comparativo com o crescente mercado literário que consumimos, e conclui: Não é que as mulheres não querem mais reeditar a história do casamento e filhos para criar, elas apenas estão levando mais tempo para realizar este “sonho” – A realização dos outros está demandando muito da nossa energia, admito. – e termina dizendo que com isso os homens estão desfrutando de companhias mais interessantes. Um gênio essa moça! A idéia é essa.

Para quem gosta, tem uma vasta lista de títulos novos sobre nosso assuntinho predileto. E como um bom título sempre me seduz, lá vão:

“A culpa é delas” (os três autores são homens),
“Ou casa ou vaza” (da mesma autora de “As 10 mulheres que você vai ser antes dos 35”, eu já li e gostei),
“Mulher perdigueira” e “Canalha!” (ambos de Fabrício Carpinejar, ganhador de um prêmio nacional de literatura em 2009. Já vi entrevista dele, o cara é muito bem humorado),
“Homem é tudo palhaço” (as autoras são três jornalistas que relatam desventuras próprias. Que idéia “estranha”! Elas devem ser uns ETs! - risos)
Ah, claro, sempre ela, Martha Medeiros. Vale a leitura da crônica “Doidas e Santas”.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Alô? Alô? Tá gravando???

SURGIU UMA IDÉIA:

Conversar de Gravador
Porque nenhuma história é exatamente inédita

Para nós os enredo são tão repetitivos, que entre conversas e desabafos, de muitos, muitos encontros, nos demos conta: Caraca, de novo!
E por causa disso mesmo até parece que cronistas e diretores de cinema nos conhecem! - Foi você que contou né, Amiga? –  Desse jeito eles nos entregam todas... Se for este o caso, deixa que nós mesmas fazemos isso, escrevemos sobre  nós, o assunto, as mulher e este jeitinho que é só nosso de contar estórias!Você ai, queridinho, pode esperar, você vai entrar neste blog, garanto! – E  tem menino que vão se reconhecer em um papel aqui outro ali, ah vai...
Afinal, assuntinho redundante esse de relacionamentos, não? Vê só:


É coisas de mulher  - alguém neste blog já passou por isso, você não? Que sorte!

  • Porque os homens dormem? (Isso é hora de ter sono?)
  • Era simplesmente atender o celular 
      (Para que tem um, inferno? Vende isso então!)
  • Amor é um jogo (Aprende logo, amiga ou então não sei não...)
  • Quando é para dar certo... (Dá certo e pronto! Quem quer fica junto...)
  • Uma viagem "só" para isso; Um churranco pelo "mesmo" motivo
     (Para que? Adivinha! Ver ele, estar como ele... Se ferrar mais uma vez...)
  • Um bom namorado em qualquer lugar! ( Até em van se acha! Eu sei de um!)
  • Calçinha de morango, calçinha de onçinha (A lista está crescendo)
  • É para ligar... Não é para ligar (Dúvida maldita! E eterna...)
  • Amigas de infância se faz em 5 minutos (Mais coisa de mulher impossível)
  • Ensaio de strip- tease (Ah vai, você já treinou uma vez também, admite!)
  • Definitivamente: ex boa é ex morta! (Que medo para sempre!!!)
  • O nosso bom vizinho (Gosto demais, gente!)
  • Sonho erótico com amigo de trabalho (Uau!)
  • Só conte se a novidade for boa   (Parece óbvio, né? Seria bom se todas as amigas do planeta fossem assim. Ninguém sofreria à toa, pensa!)
  • Escolha a que quiser... A gente pode ser! (Amando fazemos o impossível...)
  • Contou para mim, queria que ela soubesse
      (Pensou que eu não contaria para ela? Não pira!)
  • Adolescentes com 20 e tal... (E dai?)
  • Garotos que tocam e cantam (AMAMOS)
  • Nossa amiga Ciccareli (Aquela estória da praia, lembra?)
  • Mentir é arriscado (Tive que contar uma meia verdade...)
  • Durmo com a consciência tranqüila, fiz minha parte. E a dele?
       (Como sempre nada que preste!)
  • A próxima da fila: Chegou meu nº, mas ele não chama
      (Nunca fomos  "A namorada")
  • Mesmo gay, não é mulher. Não entende tudo disso aqui
      (Nossos amados amigos: Meninos que gostam de meninos)
  • História além da vida – nosso contato com um espírito
  • Quando ele quer, ele encontra! (Ele liga, ah liga...)
  • A melhor vingança (Temos muito boas e más idéias)
  • Ninguém precisa passar por isso... Mas você já ouviu quantas estórias?
  • Encontros só de meninas (Importante para sanidade mental)
  • O nosso próprio passado nos ajuda (Principalmente perto dos 30)
  • Ah sim, ah não... Sexo é charme! (Boas estórias, sem detalhes)
  • Não quer mais? Desistiu, chora, é sua única chance
      (Se não ele vai continuar querendo)
  • Se casar... PROMETO! – Deixo o PS2 ficam na TV da sala!/ Sua mulher entende de futebol... (Outra idéia?!!)

Coisas de homem, por nós:

  • Você é especial, mas - Eles sempre falam essa porra, gente!
  • Vai ser assim, vou fazer assado... - Vai prometer na casa do cacete!
  • Queria que eu jogasse futebol com celular pendurado no pescoço? - Grande idéia, Gênio da lâmpada! É, é para atender o celular pendurado no seu pescoço durante o futebol! Você tem encontro comigo às 20 são 18h!
  • Sei que é seu aniversário mas não vou não, vai ficar com seus amigos, eu nem trouxe roupa... - Muito bem, muito bem, aqui esta, uma blusa minha (rosa) pode vestir e vamos! - risos

Temos muito mais. Prometemos os detalhes contáveis lógico, muito em breve. Até que esta idéia se concretize e vire nosso tão sonhado livro.
De todas as gravações que vamos precisar, uma está feita e não transcrita. A responsável pelo trabalho só faz rir quando ouve cinco malucas falando sem parar – Neste dia ouve um acidente de carro, mas isso a gente conta depois.
Apesar da Renata ter começado a escrever nosso livro pelos agradecimentos, um dia este livro sai!
Baseado em nossas impagáveis experiências JUNTAS ou separadas...

CONVERSAS DE GRAVADOR